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Escalado diretor para o novo filme do FLASH!

GORDON! AH-AAAAAAH!

Deu no Hollywood Reporter que está em fase de negociação uma nova adaptação para o cinema do herói clássico  Flash Gordon. Segundo o site o principal nome atrelado ao projeto é o do diretor Matthew Vaughn, que conta no currículo produções como Kick-Ass, X-men: Primeira Classe e Kingsman – Serviço Secreto, além de dois roteiristas do último Star Trek.

O filme será uma nova adaptação do clássico dos quadrinhos, criado por Alex Raymond, publicado em tiras semanais em 1934. Conta as aventuras de Flash, Dale Arden e o professor Zasrkov, que acabam parando no planeta Mongo onde enfrentam o tirano Ming. A tira (que você pode acompanhar por aqui) passou por um revamp recentemente pelas mãos da editora Dynamite, assim como outros heróis do mesmo período.

O herói também já teve várias adaptações para outras mídias: além de três seriados clássicos com o ator Buster Crabbe, Gordon e suas aventuras também fizeram presença em duas animações (uma em 78 e outra – que eu gostava bastante, meu deus – de 96) e em um filme, de 80, que é o motivo real desse post.

Não sei se muitos de vocês já viram, ainda que em reprise, essa PÉROLA do Cinema em Casa. Como uma das primeiras adaptações de quadrinho que eu vi (junto com o Capitão América de látex e o Flash de borracha), Flash Gordon teve um lugar especial na minha infância, principalmente porque passava, praticamente, dia sim dia não no saudoso SBT

Produzido por Dino de Laurentiis, que é praticamente um herói dos filmes vespertinos brasileiros (o cara fez TODOS os Conan, TODOS os Evil Dead, quase todos os Halloween, além do Duna clássico) e trazendo um Max Von Sydow num Ming BEM esquisitão, o filme conta ainda com trilha sonora do Queen, que dedicou, entre faixas cantadas e instrumentais, UM ÁLBUM INTEIRO PARA A TRILHA SONORA.

Não bastasse isso o filme foi todo feito numa atmosfera camp bem semelhante ao seriado do Batman dos anos 60 – intencionalmente. Por conta disso, o espectador pode esperar encontrar efeitos tosquíssimos, atuações terríveis (menos a do Flash, ela era RUIM mesmo)(que aliás hoje em dia é mercenário de aluguel)(é sério) e um plot meio sem pé nem cabeça mas que passa na LEI DE ULTRA – “me diverte”.

O filme custou pouco mais de 20 milhões de dólares, e rendeu 27 na América do Norte. Se hoje, numa época de filmes que ultrapassam FÁCIL os 200, parece pouco, para a época foi um grande sucesso, tornando o filme um clássico cult até hoje em todo o mundo. Eu até tentei achar o filme completo no YouTube pra transformar o post num “Locadora do Falecido”, mas a única versão que achei foi um redublada de maneira caseira e vocês não merecem uma coisa dessas (mas quem quiser, pode assistir aqui).

Então fiquem com um resumo de seis minutos de todo o filme. Se bobear não precisa de mais do que isso mesmo huahauahuah

 

E desafio vocês a TIRAR essa música da cabeça no resto do dia! F…..LASH! AH-AAAAAAH!

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