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A gente lê: Dies Irae #3

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Demorou, mas finalmente saiu o review do terceiro número de Dies Irae.

O terceiro número de Dies Irae continua com a proposta dos dois anteriores: contar pequenas e isoladas histórias sobre a consequência da queda dos Deuses em determinados lugares do mundo. Agora, vamos para a minha terra: Rio de Janeiro.

O Deus Pã, amante da música, cai em terras Cariocas e tem influência direta na garotinha Tácita, autista, que mora com seu pai, uma espécie de restaurador de instrumentos musicais. Após a queda de Pã, Tácita consegue tocar do nada um violino e seu pai, vendo uma evolução em sua condição, resolve levar a sua filha até o Deus caído.

Como falei, a terceira edição segue exatamente a mesma estrutura das duas primeiras – o que não é um bom ponto. As histórias isoladas são interessantes sim, mas fica faltando uma história principal que deve correr por todas as edićões, pelo menos para manter o mínimo de consistência na história. Para onde tudo está indo? Quem é o personagem que devemos ficar de olho na história? Enfim, são perguntas que até agora não sabemos.

Os desenhos continuam ruins. Essa edição tem dois desenhistas. O segundo ainda possui muitas limitações na narrativa – tanto que eu tive que perguntar para um dos autores originais se, em um quadrinho, os personagens estavam comemorando ou agonizando de dor!

A história isolada é legal, mas a falta de um fio condutor que vem desde a primeira edição realmente faz falta. Vou acompanhar até o final, já que, como falei antes, o argumento da revista prende muito. E, bem ou mal, mesmo as histórias isoladas são bem contadas.

Espero que, nas próximas edições, DIes Irae mostre um poucio mais de objetividade em sua história.

Nota 6


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