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A(s) (outra[s]) série(s) de Tv da Mulher-Maravilha que não foi(ram)…

Fala Macacada (#SomosTodosMacacos)!
A bola da vez no mundo colorido e com a cueca por cima das calças é o anúncio do plano de dominação global da Warner e seu filme da Liga da Justiça.
E isso levantou a problemática de que a Marvel vai conseguir emplacar um filme com um guaxinim de trabuco e um refugo de Senhor dos Anéis antes da super-heroína mais memorável de todos os tempos ganhar as telas – e essa problemática levantou uma outra solucionática: bora catar mais um pedaço da minha dissertação e fazer um post safado, claro!

Qual o problema da Mulher-Maravilha com o mundo das telas?

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As adaptações dos heróis para o mundo fora do papel rolaram já nos primeiros anos do cinema. Tarzan e Flash Gordon ganham as telas já na década de 1930, sendo seguidos por Superman (nas animações espetaculares da Fleischer, em 1941) e pela Dupra Dinâmica, em curta-metragens live action em 1943. Em 1950 o Superman nascia em carne, osso e som, no cinema e nos rádios (a Morcega também).

E a Mulher-Maravilha nada. Se você é um cara antenado e que não garoteia, vai lembrar da série dos anos 1970, com a (ainda) Lynda Carter. Mas a DC tentou fazer a parada funcionar antes disso. Duas vezes!

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A mais imediata, capitaneada pela Rede ABC em 1974, tinha Cathy Lee Crosby no papel título. Loira, com um tipo de macacão de fórmula 1 como uniforme e imersa numa trama de espionagem e aventura mais pé-no-chão, o piloto da série foi um fracasso. Não, aquele trem não ia dar certo, não tinha como dar certo! Pra ter ideia como a parada era torta, o espírito dessa primeira série da Mulher-Maravilha pela ABC acabou vingando em outras produções como As Panteras e A Mulher Biônica, ambas pelo mesmo canal em 1976.

Aí Cathy Lee Crosby tomou uma bicuda no cu, a Lynda Carter entrou em cena e o resto é história.

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Mas mesmo aquele primeiro fracasso da ABC não era o primeiro fracasso da personagem, manja? Na segunda metade da década de 1960, a molecada da capinha nas costas só queria saber de uma coisa: do Bátema! Mesclando humor e nonsense ao personagem (que deveria ser) soturno, o produtor William Dozier cavou uma mina de ouro: inaugurou a primeira Batmania e conseguiu vender de tudo desde que começasse com um “Bat” ou um “Santa” na frente. E se a parada está funcionando, o que é o lógico a fazer? Mais da parada, oras! E com isso Dozier encomendou a Stan Hart, Stanley Ralph Ross e Larry Siegel um projeto de uma série, na mesma pegada de dodó da série da Morcega, mas agora estrelada… pela Mulher-Maravilha!

Parte desse piloto foi filmado e… Imediatamente abandonado.
Mas a internet existe. Mas a internet salva. E se a zuera never ends, a interwebs never esquecis!
Chamado Quem tem medo de Diana Prince? (Who’ Afraid of Diana Prince?) esse pedaço de piloto ganhou o mundo e, pombas, ele tinha mesmo de ter sido abandonado! Com Ellie Wood Walker (Diana Prince), Linda Harrison (estreando nas telas como Mulher-Maravilha, depois ficaria famosa como Nova em O Planeta dos Macacos) e Maudie Prickett como a dona de casa(!) mãe(!) de Diana, o videozinho é uma bomba. Eu poderia descrevê-lo, mas por que o faria? O Youtubiu taí pra isso:

Cara, que budega! Diz aí: perto disso aquele piloto tosco com a Adrianne Palicki em 2011 como a heroína era até bom, né? Não, não era!
maravilha

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