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Cão Maravilha:Reencontro Mo


Finalmente os mortos do 11 de setembro foram vingados, o verdadeiro culpado caiu e ele foi o presidente republicano dos Estados Unidos da América, George W. Bush… Bem, pelo menos em Cão Maravilha: Reencontro Mortal.
O herói, criação de Reginaldo Carlota, era um personagem mais leve, contudo, com os incidentes de 2001, o autor resolveu transformá-lo em um justiceiro da vida… Resultado, agora ele mata, capa e faz um mundo de coisas horríveis com os vilões de suas aventuras.
A aventura começa com o cachorrão invadindo a Casa Branca para ameaçar o presidente e blá, blá, blá… O Cão volta a sua cidade prometendo encontrar provas que acusassem Bush. Só que ele não procura nada, o autor achou melhor mostrar ele capando estupradores e encontrando velhos inimigos. No fim ele volta aos EUA e mata o presidente estadunidense.
A história não é nada divertida, pelo contrário, é sem graça, pervertida… Apologia desnecessária à violência. E isso é tudo culpa de um roteiro fraco em que vilões aparecem sem motivações e perdem pedaços do corpo em duas páginas de história.
A arte de Micael Holderbaum é muito fraca. Ele consegue fazer pin ups muito bem feitas, mas a proporção dos membros dos personagens variam de quadro em quadro. Sem contar que seus personagens, todos, são feios como o diabo (com todo respeito, Hell).
Bem, adoro HQs nacionais, mas Cão Maravilha: Reencontro Mortal não é um bom exemplo do trabalho feito pelos quadrinhistas brazucas.

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